Até breve? Até quando?

A confirmação, no Diário Oficial do DF desta sexta, da saída de Marcelo Aguiar do cargo de secretário-adjunto de Ciência e Tecnologia não deverá surpreender ninguém no cenário político local. Ele era indicação do distrital Cláudio Abrantes, que desde maio está rompido com o governador Rodrigo Rollemberg. O rompimento foi por conta do racha do GDF com a polícia civil, base eleitoral de Abrantes, cuja profissão de origem é agente de polícia. O que surpreende mesmo é a capacidade de Aguiar de ocupar cargos no Executivo local em diferentes governos.

Antigo pupilo do senador Cristovam Buarque (PPS-DF), ele também exerceu cargos nos governos de José Roberto Arruda e Agnelo Queiroz. Por enquanto, não se vislumbra uma nova volta de Marcelo Aguiar ao GDF, já que seu padrinho maior, Cristovam Buarque, também já se posicionou em oposição a Rollemberg. Mas ninguém duvida de capacidade de Marcelo Aguiar conseguir um novo padrinho ainda na gestão Rollemberg, ou então com o possível novo governador a partir de janeiro de 2019.

14 de julho de 2017